sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Atalho para afinidade


Em meio tantas turbulências... você
Nem sei porque, mas fui pra ver
Cervejas, nigths, adormecer
Andar na praia, ver o sol nascer
Dizer que é o raro viver


risos, sair do sério, perder o sapato e dar o ombro
falar português, inglês e até francês
dançar, esquecer do mundo, mergulhar
24 horas sem nem mesmo se cansar


me diz se isso não é de se cantar
me diz se isso não foi de se fantasiar
de esquecer jamais será
é sempre de doer e festejar


O bom é de se fazer
O bom é de se lembrar
O bom é onde, mesmo depois de tanta alegria, se fez chorar

O mundo fez nos conhecer
E entao ele cresceu
E o medo ignorado, fez do impulso o desejado
Que de ser feliz foi contemplado


Se amanhã ou depois alguém perguntar
Muitas noites em claro e histórias boas vamos ter pra contar
De tudo isso fica
Fica a felicidade que teve fim
A amizade do eterno
E a vida bohemia pra gente sempre recordar e confraternizar

Marina Cândido

2 comentários:

Thiago Albino disse...

é um prazer enorme ver vc por aqui.......Beijos....

Thiago Albino disse...

é um prazer enorme ver vc por aqui.......Beijos....