segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Órfão



Agua turva
Céu Nublado
Nada claro
tristeza da solidão


Vazio
Um eco do nada
um piscar eterno
falta do fraterno
materno
paterno

Sem referência
Sem abrigo
sem colo
mendigar afeto
rotina constante

Entristeço
Por ser impotente
Ao ver tanta gente
inventar uma família
com a mente
Dormir num sonho
em que tudo é diferente
e acordar na avenida
novamente

Paulo Reis

2 comentários:

flavia disse...

Ave mariaaa!!!esse poema é bonito demais!Mas é triste ler depois de um término de namoro!assim vc acaba comigooo!!!
saudades de vcs meninosss

Bruna disse...

Oi Paulo!!! Adorei esse poema!!! Mto lindo e profundo!!! Parabéns!!!! Lindo! Lindo!!!
Beijos Bruna